Capitão Samuel alerta em suas redes sociais sobre os perigos do vício em jogos de azar
- 4 de jun. de 2025
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O ex-deputado estadual Capitão Samuel utilizou suas redes sociais nesta semana para alertar a população sobre os riscos do vício em jogos de azar, que têm se espalhado silenciosamente entre jovens e adultos em todo o país. A crescente presença de apostas esportivas, cassinos virtuais e jogos online está transformando uma prática que antes era pontual em um grave problema de saúde pública, segundo ele.
“Esse tipo de jogo vicia, destrói famílias e arruína a vida de muita gente. O vício em jogos de azar é real e precisa ser combatido”, afirmou em uma publicação no Instagram. Ele ainda destacou que, por trás do discurso de “diversão” e “ganhos fáceis”, há plataformas que se aproveitam da vulnerabilidade emocional e financeira das pessoas para lucrar bilhões.
Epidemia silenciosa
A fala de Capitão Samuel ecoa a preocupação de diversos especialistas que alertam para o crescimento alarmante do vício em apostas no Brasil, especialmente entre jovens de 18 a 30 anos. Em muitos casos, os jogadores começam por curiosidade ou incentivo de influenciadores e acabam contraindo dívidas, perdendo relacionamentos e até abandonando os estudos ou o trabalho.
“Não se trata apenas de um problema individual. É uma questão que envolve família, economia, saúde mental e até segurança pública”, frisou Samuel.
Um apelo às famílias
Em sua mensagem, ele também fez um apelo direto aos pais: “Fiquem atentos ao comportamento dos seus filhos. Muitos estão sendo seduzidos por promessas de dinheiro fácil e não percebem que estão entrando num ciclo destrutivo. O vício em jogo é tão perigoso quanto qualquer droga.”
A iniciativa de Capitão Samuel tem gerado repercussão positiva nas redes sociais, com diversos seguidores relatando casos próximos de vício e agradecendo o alerta.
Enquanto o tema ainda é tratado com descaso por muitos setores, vozes como a dele reforçam a urgência de trazer o assunto à tona — antes que seja tarde para milhares de famílias brasileiras.





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