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Emília defende plebiscito para a zona de expansão

  • 29 de nov. de 2024
  • 2 min de leitura

Nesta quinta-feira, 28, a vereadora e prefeita eleita de Aracaju, Emília Corrêa (PL), utilizou o pequeno expediente da Câmara Municipal para tratar de dois temas de grande relevância: a indefinição administrativa da Zona de Expansão e as movimentações realizadas pela atual gestão municipal nos últimos dias do mandato. Sua posição foi clara: Emília defende plebiscito para a zona de expansão.


A prefeita eleita destacou a necessidade de uma solução definitiva para a situação da Zona de Expansão, que, há anos, é alvo de disputas entre Aracaju e São Cristóvão. Para ela, a indefinição prejudica ambos os municípios, gerando insegurança jurídica e dificultando o planejamento de políticas públicas para a região.


Emília ressaltou que a área enfrenta sérias carências nos serviços básicos e defendeu que um plebiscito poderia ser a melhor alternativa para resolver o impasse.


“Essa velha discussão sobre se a Zona de Expansão é responsabilidade de Aracaju ou São Cristóvão precisa de uma finalização segura e firme. Não podemos continuar permitindo que essa insegurança afete a população. Um plebiscito poderia trazer a solução necessária, mas não entendo o motivo de tanto receio em realizar isso. É hora de pensar em segurança jurídica e na qualidade de vida das pessoas que vivem na região”, disse Emília.


Além de abordar a questão da Zona de Expansão, a vereadora fez críticas à atual gestão do prefeito Edvaldo Nogueira. Ela estranhou as recentes nomeações e mudanças administrativas realizadas nos últimos dias do mandato. Emília questionou o atraso nessas decisões, que considera inadequadas, e alertou para o impacto negativo que essas práticas podem ter na transição de governo.


“É preocupante observar movimentações como nomeações e trocas de cargos nesse momento. Uma gestão precisa ser concluída com responsabilidade e respeito à próxima administração, mas parece que há uma tentativa de impor decisões que não cabem mais a esta gestão. Isso não é de bom tom e levanta dúvidas sobre as intenções por trás dessas ações”, afirmou.


Emília

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