Profa. Sônia Meire vota contra trabalhadores de todas as áreas ao rejeitar emenda de remanejamento do orçamento de 2025
- 12 de dez. de 2024
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Profa. Sônia Meire vota contra LOA que envia mais recursos para todas as áreas da gestão municipal
Não é surpresa de ninguém que os parlamentares do PSOL defendem Pautas estranhas e avessas à maioria da população. Seja aqui em Aracaju, São Paulo ou em qualquer outra cidade Brasil a fora. Em nossa capital temos a vereadora Profa. Sônia Meire que desrespeita o português em seus discursos, falando "mandata", "gabineta" e outras excrescências que ferem o nosso português, ainda mais quando ditos por uma professora universitária que ocupou cadeiras da educação numa universidade federal.
A Profa. Sônia Meire tem se portado como uma ferrenha opositora ao povo de Aracaju, aos sindicatos laborais e ao processo eleitoral que sagrou Emília Corrêa como futura prefeita de Aracaju. Na última semana, desrespeitou o posicionamento do sindicato dos guardas municipais de Aracaju e levou adiante seu projeto que obriga a instalação de câmeras corporais nos fardamentos. De nada adiantou o reclame, o apelo e o pedido dos guardas municipais de Aracaju. Ela que tanto se orgulha de defender os interesses dos trabalhadores e sindicatos, fechou os olhos e agiu lamentavelmente contra todos, passando por cima de tudo para atingir seus objetivos e sonhos ideológicos.
Ainda na sua sanha quixotesca contra o futuro governo de Emília Corrêa, a vereadora do PSOL mais uma vez seguiu contra o povo de Aracaju na votação da LOA, lei de suma importância que define a destinação dos recursos para o ano de 2025. Ela foi a única vereadora que votou contra o direito da futura prefeita remanejar o orçamento em uma situação de calamidade pública, desastre ou fatalidade qualquer. Em resumo, ela queria que, em caso de uma emergência ocorrida na cidade ou mesmo na eventualidade de uma mudança no orçamento para investir mais recursos para saúde ou educação, a prefeita Emília Corrêa pedisse autorização aos vereadores para agir. O que na prática seria moroso e prejudicaria ou ao menos atrapalharia a prestação dos serviços públicos, com aumento de burocracia e atrasos.
Em resumo, a vereadora Sônia Meire ainda não se conformou com o resultado da eleição. Fala tanto de democracia e respeito ao povo, mas passa a impressão de que não aceitou muito bem a vitória do projeto de Emília Corrêa e Ricardo Marques. Todavia, graças a Deus essa falta de lucidez foi dela e somente dela, visto que todos os outros vereadores ficaram ao lado do povo e concederam o direito e a autonomia necessária para Emília governar no primeiro ano. Esperamos que a nobre vereadora desça do palanque, aceite a derrota de seu projeto político e que passe a ouvir os gritos e apelos dos trabalhadores e do povo de Aracaju.





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